Foz do Iguaçú - Maringá: 402 km (Total: 7.500 km)
Beleza, tempo um pouco nublado, bom para visitar as Cataratas, chegamos na portaria do parque e já havia uma fila de uns 20 metros, mas foi na hora certa, porque 5 minutos depois o comprimento foi para uns 100 metros.
O preço para adulto brasileiro é de 16,50 (ingresso) + 7,00 (transporte) + 1,10 (Fundo Iguaçu) = 24,60. Vale a pena pagar o transporte (ônibus), ele para para descer em vários pontos turísticos do parque, mas depois pode-se subir nos próximos para continuar a viagem.
Há diversas paradas para trilhas, safari, rapel e rafting, alguns pagos à parte para agências que fazem o passeio. Fomos direto às cataratas.
Primeiro vimos de longe.
O rio estava com volume de água baixo, mesmo assim, muito bonito.
E fomos chegando mais perto.
Finalmente bem perto.
Depois, de cima.
Belíssimo passeio, vou voltar com a patroa e as filhotas.
Há também o Parque das Aves, um zoológico só de passarinho, dizem que é muito bonito, mas pulamos esse. Outra opção: sobrevoar de helicóptero, mas.... caro!
Depois de comer um um Macaco e uma Onça (nome dos lanches) fomos para o hotel e partir para o último destino antes de casa, Maringá. Ainda saímos com tempo nublado, eram 12:30h. Depois de 17 dias de viagem hoje foi a única vez que trocamos de moto, na Argentina e no Chile não era recomendado. Eu já tinha pilotado a BMW na viagem à Serra da Canastra, mas o Caio ainda não tinha andado na XT.
Prejuízo: não sei porque a sola da minha bota esquerda se soltou, descolou da metade para trás, e olha que a marca é boa hein! E caro pra caramba. Amanhã uma silver tape resolve.
Bastante movimento, velocidade média baixa, calor. Há uns 100km de Maringá uma chuva forte nos seguia pelo lado esquerdo, quando entramos na cidade ela nos pegou, e ainda tinha que cruzar toda Maringá até o hotel Gaph (saída para SP), tivemos até de subir em calçada, pois o balão que dá acesso à rua do hotel inundou. Beleza, chegamos no portão do hotel e..., tudo inundado, sem chance de entrar, alguns carros e motos que se arriscaram passar na rua ficaram lá no meio da lagoa.
Por sorte, depois de meia hora, a chuva ficou fraca, a água escorreu rápido e entramos.
Bastante movimento, velocidade média baixa, calor. Há uns 100km de Maringá uma chuva forte nos seguia pelo lado esquerdo, quando entramos na cidade ela nos pegou, e ainda tinha que cruzar toda Maringá até o hotel Gaph (saída para SP), tivemos até de subir em calçada, pois o balão que dá acesso à rua do hotel inundou. Beleza, chegamos no portão do hotel e..., tudo inundado, sem chance de entrar, alguns carros e motos que se arriscaram passar na rua ficaram lá no meio da lagoa.
Por sorte, depois de meia hora, a chuva ficou fraca, a água escorreu rápido e entramos.
No vácuo chegou uma galera de moto (umas 5) do ABC, junto vinham 2 carros, um monte de gente, iam para Posadas, dizem que para comer um churrasco.
A tralha, previamente protegida, não molhou, Pablo (Acriparts) os alforges estão aprovados! Nas malas do Caio, tudo beleza.
Como o hotel é meio longe dos restaurantes e não parou de chover, nosso último jantar da viagem foi uma lasanha de microondas com Skol e um bom papo.
Agora, dormir. Amanhã nos despediremos aqui e faremos nosso último trecho da aventura, para casa!
Eita saudade!

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