Acordei, arrumei a tralha rapidinho e fui carregar a motoca, quando o dono do hotel me viu, correu para me trazer o café da manhã, na sala-recepção mesmo. Colocou em uma bandeja uma garrafa de café, um saco de pãozinho e um pote de manteiga; o leite ele disse que comprou mas veio estragada, o filho já tava chegando com um novo. Tomei o café preto, comi o pão e fui embora, depois tentaria comer algo em algum posto.
Para tirar a moto pela porta de vidro, outro malabarismo de torce e distorce, mas saiu na boa. Toca viagem!
Finalmente encontrei o Caio em Cascavel, agora sim a viagem estava entrando nos eixos!
Logo na saída fizemos uma pequena mudança no roteiro, por causa da previsão de chuva deixamos a visita às Cataratas do Iguaçú para a volta e resolvemos tocar para dentro da Argentina o tanto que desse.
Para tirar a moto pela porta de vidro, outro malabarismo de torce e distorce, mas saiu na boa. Toca viagem!
Finalmente encontrei o Caio em Cascavel, agora sim a viagem estava entrando nos eixos!
Logo na saída fizemos uma pequena mudança no roteiro, por causa da previsão de chuva deixamos a visita às Cataratas do Iguaçú para a volta e resolvemos tocar para dentro da Argentina o tanto que desse.
A passagem pela Aduana foi tranquila, apesar de um pouco de fila que cozinhava a gente dentro das jaquetas.
Paramos entre Garuhape e Puerto Rico por causa da chuva, duas horas esperando passar, o bom foi que o calor de 36 graus diminuiu, assim que o tempo limpou um pouco tocamos em frente, depois de uns 2 km vimos que só tinha chovido onde a gente estava, bom, faz parte!
Aguentamos tocar ate San Ignácio, paramos em um ponto de Informações Turísticas na entrada da cidade, e a funcionária já nos deu mapa e dicas de onde dormir e o que visitar. Nos hospedamos no Hotel San Ignácio (Calle San Martin 823- http://www.argentinaturismo.com.ar/hotelsanignacio/) e depois das tarefas diárias de viajantes demos uma volta pela cidade para procurar o que comer, vindo jantar no hotel mesmo, tem muitas opções de restaurantes próximos à entrada das ruínas. Uma Quilmes e um bifão de chorizo argentino ajudaram a repor as energias e os 3kg de água que perdemos hoje.
Hoje descobri uma mania chata dos hotéis argentinos, quando a gente entrou no quarto tinha um aviso no ar condicionado para não abaixar a temperatura a menos de 25 graus (lógico que não obedecemos!), de repente o danado desligou, corremos na recepção para expor o problema e a mocinha disse que o disjuntor caí quando se abaixa a temperatura, meu!... tem um disjuntor na recepção para cada ar condicionado e, inclusive, eles desligam o aparelho quando o hóspede saí do quarto, economia mesmo. Volta a temperatura para 25 então.
Hoje descobri uma mania chata dos hotéis argentinos, quando a gente entrou no quarto tinha um aviso no ar condicionado para não abaixar a temperatura a menos de 25 graus (lógico que não obedecemos!), de repente o danado desligou, corremos na recepção para expor o problema e a mocinha disse que o disjuntor caí quando se abaixa a temperatura, meu!... tem um disjuntor na recepção para cada ar condicionado e, inclusive, eles desligam o aparelho quando o hóspede saí do quarto, economia mesmo. Volta a temperatura para 25 então.
Primeira hospedagem na Argentina.
Amanhã cedo o programa é tomar café, arrumar as motos e visitar as Ruínas Jesuíticas. Depois vamos seguir em frente ate onde der, talvez para frente de Posadas/Resistência para encarar o retão do Chaco.
O pior de hoje foi o calor, aguentar 36 graus fora da roupa e uns 40 dentro foi dureza.
Lidar com esse tablet também está sendo um problema, ainda não me resolvi com ele, demora muito e não sei onde ficam os acentos, quem sabe ate o fim da viagem eu descubra como funciona esse trem.



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